terça-feira, 7 de maio de 2013

Positivo apresenta notebook com TV digital

A Positivo Informática mostrou sua nova linha de notebooks e desktops já compatíveis com    o Windows 8 que devem chegar ao mercado até o final do ano.
Entre os modelos mais mainstream, o destaque fica com o Positivo Premium TV S5400, o primeiro portátil da casa equipado com um sintonizador de TV Digital Full-Seg inspirado no seu desktop PC-TV um dos maiores sucessos de venda da empresa.
O portátil vem com uma antena externa. Perguntados por que ela não foi embutida na moldura da tela LCD, a resposta é que de fato eles até tentaram isso, mas a interferência eletromagnética dentro da tela era tanta que a recepção do sinal era tão ruim e a decisão foi pela antena externa. Em contrapartida, essa solução permite até conectar um cabo de antena coaxial por meio de um adaptador que pode ser encontrado no comércio.
Esse produto também está disponível na versão sem sintonizador de TV, porém equipado com processador Intel Core i5, 8 GB de RAM, 500 GB de HD e Windows 8 com preço sugerido de R$ 1.899.

 Fonte: ZTOP

UOL compara três smartphones com suporte a TV digital

Os leitores Eliane e João entraram em contato com o UOL Tecnologia para saber qual é o melhor smartphone com suporte a TV digital no mercado brasileiro. Para responder à dúvida, a reportagem contatou as grandes fabricantes de telefones celulares do país, que indicaram três eletrônicos para o teste comparativo.
A Nokia enviou o smartphone 701, que tem boa qualidade na tela e permite gravar os programas reproduzidos no telefone, mas que não funciona sem o fone de ouvido conectado – ele faz as vezes de antena sintonizadora. A Samsung indicou o Galaxy Y TV, que captou mais canais que os concorrentes, embora tenha a pior imagem. Por fim, a Motorola recomendou oAtrix TV, de display bastante nítido, também com possibilidade de gravar programas, mas que apresentou uma série de travamentos nos testes (LG e Sony não indicaram smartphones para participar do comparativo).
Antes de optar por esse ou aquele aparelho, independentemente de sua qualidade, é importante saber se sua cidade ou região dá suporte à TV digital. “Para que esses smartphones funcionem normalmente, é necessário que a área de uso ofereça cobertura”, aponta Amaury Sousa, porta-voz da Motorola. “Assim como o 3G ainda está em fase de aperfeiçoamento, o mesmo ocorre com a tecnologia da TV”.
Na prática, o sinal pode falhar em muitos locais que em tese oferecem suporte à TV digital. Nos testes realizados em cidades da grande São Paulo, os smartphones por vezes travaram algumas cenas da novela. Para descobrir se sua região possui a cobertura, acesse o site.
Abaixo, você conhece mais detalhes sobre os cumpridores Nokia 701, Samsung Galaxy Y TV e Motorola Atrix X T682. Bem como seus pontos positivos, negativos e como lidam com suporte à TV Digital (considerando que eles quebram muito o galho, em horas de aperto como o final de campeonato de futebol, a famosa sequência de luta de “Cinderela Baiana” –  ou qualquer coisa que o Dr. Rey esteja fazendo na TV).
Motorola Atrix XT682

O aparelho da Motorola se mostrou mais ágil do que os concorrentes na função de televisão – ele, no entanto, encontrou menos canais que os outros smartphones avaliados. Seu principal problema não foi na função de televisão, mas sim de telefone, com quedas constantes de sinal independente de qual a operadora escolhida.
Na prática, o televisor incorporado ao smartphone trava tanto quanto seus concorrentes. Entretanto, quebra muito bem o galho para pessoas que não querem perder determinado programa. Para funcionar bem, é essencial esticar a antena do aparelho até o máximo. Depois, deve-se procurar o ponto em que o sinal fica melhor e, a partir daí, não mais se mover. Sob essas condições, o Atrix vai muito bem.
A tela oferece uma experiência um pouco melhor neste smartphone quando comparado aos concorrentes. Por ser maior e mais nítida do que os outros avaliados, a imagem exibida no display apresenta boa qualidade
Veja aqui análise completa.
Samsung Galaxy Y TV
Na comparação direta com os concorrentes Nokia 701 e Motorola Atrix XT682, o Samsung Galaxy Y TV é o melhor e o pior entre os avaliados. Ele foi o que sintonizou mais canais – 12, no total. Por outro lado, foi o que apresentou pior qualidade nas imagens – o conteúdo multimídia fica um pouco distorcido e esticado na posição vertical da tela.
Quanto às outras funções da TV, o aparelho empata com a concorrência. Ele é bastante fácil e intuitivo de manusear. O menu coloca os ícones de acesso ao televisor de forma que o usuário saiba exatamente onde apertar para realizar a tarefa desejada – seja mudar de emissora ou trocar a função.
Veja aqui análise completa.
Nokia 701
Com 10 canais sintonizados, o equipamento apresentou qualidade de imagens e acabamento superior ao dos concorrentes. Ele permite gravar programas de forma fácil e tem câmera digital digital de 8 megapixels que agrada.
O maior diferencial para os concorrente é, entretanto, um ponto negativo. O modelo utiliza o fone de ouvido como antena. Ao desconectá-lo, a TV sai do ar. Não é possível reproduzir o áudio dos programas pelo alto-falante do smartphone. Caso esteja assistindo ao Senhor Poliglota Muito Louco com várias pessoas, o usuário com o fone será obrigado a narrar o que assiste (o que não deixaria de ser uma tarefa interessante).
Veja aqui análise completa.

Fonte: UOL - http://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2012/12/05/testes-comparam-tres-smartphones-com-suporte-a-tv-digital-confira.htm

Que novidades a TV digital vai trazer para a sua casa?

O básico todo mundo sabe: com a TV digital, a imagem e o som da telinha vão ganhar qualidade de cinema. Os fantasmas e chuviscos somem, e a resolução da tela dobra. "As TVs analógicas de hoje têm resolução de 480 linhas. Com a TV digital, essa resolução vai poder chegar a 1 080 linhas. Quanto maior a resolução, melhor a qualidade de imagem", afirma o engenheiro eletrônico Gunnar Bedicks, professor da Universidade Mackenzie. Quanto ao som, os dois canais das TVs atuais vão dar lugar a cinco. Quando começa esse show? Ainda neste ano, os brasileiros devem ter acesso a algumas transmissões experimentais e, em setembro, devem começar a ser vendidos os conversores - caixinhas parecidas com as de TV a cabo que vão permitir que a sua TV velha receba imagem digital. Os fabricantes estimam o preço desses conversores em até 400 reais. Agora, o mais legal da TV digital - as tão faladas "novidades interativas" - ainda vai demorar até 15 anos para ocupar de vez a sua sala. Boa parte destes recursos não depende só da transmissão digital: para que as emissoras resolvam investir neles, um número considerável de pessoas precisa ter modelos digitais adaptados para o show de interatividade. A gente dá um preview dessas invenções no infográfico abaixo.
 
TELA QUENTE
Recursos interativos devem pintar nos próximos 15 anos
 
INTERCINE
A internet vai ser parceira da TV. Usando as teclas do controle remoto - que vão ser parecidas com as teclas dos telefones celulares, que misturam letras e números -, vai dar para navegar pela web e até engatar um papo pelo Msn

24 HORAS
E o pesadelo de pegar um filme pela metade? Já era! Com a TV digital, dá para comprar a programação no horário em que você quiser. É um avanço em relação ao atual pay-per-view que é transmitido em horários fixos e predeterminados pelas emissoras

TODO SEU
Com as barras de informação customizadas, a tela da TV fica cheia de informações, todas escolhidas pelo telespectador. Um fã de futebol pode receber notícias só do Brasileirão, por exemplo. E as legendas (o recurso closed caption) ganham versões em várias línguas

CAÇA-FANTASMAS
A imagem da TV atual não é nenhuma maravilha: como o sinal analógico transmitido pelas antenas ricocheteia em paredes, rolam interferências, fantasmas e menor nitidez. E o tamanho da tela, na proporção de 4 por 3, perde espaço nas laterais, em comparação com o cinema

VIDEOSHOW
As TVs digitais ganham em nitidez porque têm bem mais linhas com pontos luminosos para a formação da imagem. Outra vantagem é o tamanho da tela, na proporção de 16 por 9, tipo cinema. A programação digital deve ganhar barras pretas em cima e embaixo da tela para adaptar o sinal digital às TVs analógicas

ZAPPING ZONE
Quem nunca ficou zapeando até achar algum programa interessante? Com a TV digital, essa busca fica mais fácil: com um toque no controle remoto, a emissora exibe sua grade de programação. E uma ferramenta de busca ajuda a achar aquele filme que você quer ver

VOCÊ DECIDE
Com uma linha telefônica ou uma conexão de internet acoplada à TV, vai ser possível participar de enquetes, como as do Big Brother, votar em programas de auditório e até comprar produtos anunciados nos intervalos comerciais

GRANDE FAMÍLIA
Os fabricantes de TV devem investir também em acessórios: teclados sem fio para facilitar a navegação, joysticks para joguinhos, caixas de som turbinadas e impressoras, pra sua mãe receber em tempo real aquela receita de bolo da Ana Maria Braga que você adora...

Emissoras da Rede Globo com sistema de transmissão digital atingem público de 84 milhões de telespectadores.

Desde a implantação da TV digital em dezembro de 2007, já são mais de 40 emissoras da Rede Globo, em diferentes regiões, transmitindo em alta definição. Dezesseis retransmissoras complementam a cobertura digital da Globo em todo o país.

Veja a relação completa de emissoras e retransmissoras e a evolução do sistema digital de transmissão da Rede Globo.

 Listagem de Cidadestabela_2grafico

segunda-feira, 4 de março de 2013

Adobe Photoshop Touch ganha versão para smartphones Android e iOS

O Photoshop Touch, aplicativo de edição de imagens para dispositivos móveis, antes disponível somente para tablets, ganhou uma versão para smartphones Android e iOS na última quarta-feira (27). Com características similares às do programa para computador, o app da Adobe possibilita editar, corrigir e enriquecer imagens diretamente do seu celular.
Photoshop Touch, editor de imagens da Adobe, chega aos smartphones (Foto: Divulgação) 
Photoshop Touch, editor de imagens da Adobe,
chega aos smartphones (Foto: Divulgação)

Com o app, os usuários poderão editar imagens com até 12 MP, utilizando camadas, ajustes, ferramentas de seleção avançadas e filtros antes mesmo de capturar as imagens com seus aparelhos. Com um recurso chamado “Camera Fill”, é possível misturar camadas e texturas com as imagens mostradas no visor de sua câmera em tempo real, durante o disparo da foto.
Com uma interface bem acessível, o aplicativo oferece todos os seus recursos em barras de ferramentas e caixas de atalho com opções para manipular fotos. E ainda é possível enviar por e-mail ou postar suas imagens no Twitter ou Facebook ao terminar de editá-las.
A maior novidade do app é a capacidade de modificar um projeto em diferentes ambientes de trabalho com o compartilhamento por nuvens pelo Cloud Creative. Com uma barra de carregamento que indica a transmissão de suas alterações, é possível começar a edição de uma imagem no computador, continuar em um tablet e terminá-lo em um smartphone, para em seguida compartilhá-lo.
Em uma declaração para o site TechRadar, Stephen Nielson, gerente de produção da Adobe, declarou que “eles queriam trazer os principais recursos do Photoshop para os milhões de smartphones existentes no mundo”.

Quais são os melhores aplicativos para iPhone? Conheça a opinião dos usuários no Fórum do TechTudo!
Ainda que seja considerado de difícil utilização, diversos usuários elogiam o app nas lojas virtuais Google Play e AppStore. Eles afirmam que, depois que se "pega o jeito", o programa fica bem simples de usar. “Você pode fazer muito mais com ele do que faria com qualquer outro app, mas é preciso um pouco mais de aprendizado. Porém, é rápido de compreendê-lo”, comentou o executivo da Adobe.
O aplicativo, no entanto, não é gratuito. Ele pode ser baixado por R$ 9,83 na versão para Android e por US$ 4,99 (cerca de R$ 10) para iPhone. O Photoshop Touch phone só é compatível com o iPhone 4S ou superior, e requisita a versão 4.0 do Android, no mínimo, para rodar.

Via TechRadar

iPhone 5 desbloqueado começa a ser vendido no Brasil

Demorou, mas finalmente o iPhone 5 desbloqueado começou a ser vendido no Brasil. Na última sexta (1), algumas lojas online começaram a comercializar o mais novo smartphone da Apple sem vínculo com operadoras de telefonia móvel no país. As primeiras redes com o produto foram as que integram o grupo B2W, como Submarino, Americanas e Shoptime. Pouco depois, a Ponto Frio também deu o início às vendas do gadget.
iPhone 5 está sendo vendido online desbloqueado (Foto: Reprodução/MacMagazine)iPhone 5 está sendo vendido online desbloqueado (Foto: Reprodução/MacMagazine)
Os valores são exatamente iguais em todos os sites e, em média, o aparelho sai por R$ 100 a mais do que se for adquirido em um plano pré-pago na maior parte das operadoras brasileiras. O iPhone 5 com 16GB de armazenamento, por exemplo, custa R$2.599,00. O de 32GB está sendo vendido por R$2.899,00 e o de 64GB sai por R$3.199,00.
O iPhone 5 deixa a desejar em quê? Dê a sua opinião no Fórum do TechTudo!
Curiosamente, no entanto, o telefone ainda não está sendo comercializado pela própria Apple em seu site oficial. De qualquer forma, se você estava esperando o início da venda do aparelho desbloqueado, a hora chegou. Basta acessar o site de uma destas lojas e realizar a encomenda da sua unidade.

Telas múltiplas, Google Glass… De que jeito nós vamos ver as Olimpíadas em 2016?

Getty Images
Getty Images

Quando dei uma olhada em um gráfico da audiência das Olimpíadas de Londres, fiquei me perguntando: que tipo de maluco se enquadra nos 1% de espectadores que dizem ter assistido às Olimpíadas de Londres por meio não de uma, duas ou três, mas de quatro telas, e num só dia? Até demorei um pouquinho pensando, mas caí na real. O doido, na verdade, sou eu.
Sim, meus amigos, preciso confessar com aquela vergonha típica dos nerds bitolados - fiquei quase um dia todo vidrado na final do voleibol feminino (ahhh, Sheilla!), pela televisão; no atletismo transmitido pela internet, via notebook; no vôlei de praia, usando um tablet, e numa cobertura geral, daquelas tipo minuto-a-minuto, pelo smartphone. De fato, não usei quatro telas num período de 24 horas, mas sim todas ao mesmo tempo.
Ok, ninguém precisa (nem deve, acho) ser tão exagerado quanto eu. Mas ver que 24% dos espectadores assistiram jogos por duas telas, segundo informações do YouGov, não parece algo sintomático? Pois é. O sujeito apresentando essa palestra aí, durante o Mobile World Congress, em Barcelona, chama-se Ian Carrington e trabalha como diretor de estratégia digital no Google. Num papo rápido, ele disse acreditar que, em 2016, a maioria das pessoas vai assistir os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro pela TV e com, pelo menos, o tablet no colo - conferindo informações adicionais ou vendo as mesmas imagens por um ângulo alternativo.
E o que mais estará em alta? Eu perguntei, e ele não demorou um segundo para responder, como num espirro, wearable devices (isso, equipamentos de vestir, tipo Google Glass). Claro, o executivo tem todo interesse de fazer uma propagandinha de seu produto. Mas já pensou passear por uma cidade olímpica com um par de óculos te mostrando, virtualmente, o calendário de jogos que vão acontecer no Maracanãzinho? E ainda comprar os ingressos ali mesmo, andando pela rua e esticando o dedo para clicar num ícone "flutuante"? Nada impede que as imagens da televisão também venham carregadas de informações para o Glass, certo?
Aproveitando o ensejo, conversei também com Alex Balfour, ninguém menos que o chefe do desenvolvimento de todas as plataformas virtuais das Olimpíadas de Londres - do site oficial aos aplicativos para smartphone. Ele foi bem mais conservador na futurologia, mas concordou com Carrington em uma coisa: se os Jogos de 2012 foram marcados pela mobilidade (acredite, 60% dos espectadores que acessaram esses conteúdos online o fizeram via smartphones ou tablets), 2016 levará o carimbo das Olimpíadas sociais. Tudo porque o brasileiro adora um Facebook.
Na opinião de Balfour, todas as tecnologias que serão largamente usadas no Rio de Janeiro já estão por aí. "Demora mais ou menos uns sete anos para uma plataforma amadurecer, então acho que os brasileiros vão mesmo é melhorar o uso dos smartphones", aposta ele, citando a inclusão de mapas personalizados referentes aos locais dos jogos. "E também vão usar o NFC como tíquete para entrar nos estádios, coisa que não deu tempo de fazer em Londres."