quarta-feira, 11 de setembro de 2013

WhatsApp

Como evitar que seus contatos saibam que você esteve online
Com essas dicas, ninguém vai saber quando você esteve online no mensageiro instantâneo.

 
WhatsApp: como evitar que seus contatos saibam que você esteve online 
(Fonte da imagem: Reprodução/Softpedia)
 
Hoje em dia, é uma tarefa difícil encontrar quem seja dono de um smartphone e não possua o WhatsApp instalado em seu aparelho. O aplicativo consagrou-se como um dos melhores mensageiros instantâneos para dispositivos móveis, atuando como um verdadeiro substituto para os bons e velhos SMS (mensagens simples de texto). Mas, no fim das contas, nem tudo são flores: o aplicativo possui sim diversos pontos negativos que acabam incomodando bastante o usuário final.
Uma característica bastante chata do WhatsApp é a impossibilidade de controlar seu status como em outros programas de comunicação tradicionais. Isso quer dizer que você não pode entrar no software de maneira “invisível”: cada vez que você abri-lo para checar ou escrever novas mensagens, o utilitário automaticamente vai informar para todos os seus contatos que visitarem o seu perfil qual foi o horário em que você esteve online pela última vez.
O WhatsApp não permite desligar esse recurso, mas felizmente é possível burlá-lo através de alguns plugins gratuitos e truques avançados. Se você deseja ter mais privacidade e se livrar dessa funcionalidade incômoda, dê uma conferida nessas três técnicas que o Tecmundo separou para você. Escolha a sua predileta e boa diversão!

WhatsApp: como evitar que seus contatos saibam que você esteve online 
(Fonte da imagem: Reprodução/SRZD)

1) Através do W-Tools

Nosso primeiro método é também o mais simples e seguro: vamos utilizar o app W-Tools, que pode ser baixado gratuitamente através da Google Play (clique aqui) e possui compatibilidade com o Android 2.2 ou superior. O utilitário funciona de uma maneira bem simples: depois de instalá-lo, abra-o e selecione a opção “Hide ‘last seen’”. Na próxima tela, selecione quais tipos de conexão você utiliza para navegar na internet (WiFi ou plano de dados).
Agora, basta clicar em “Start Service” para que o W-Tools comece a trabalhar. A partir de agora, sempre que você abrir o WhatsApp, o plugin vai desativar todas as suas conexões com a web, religando-as assim que você fechá-lo. Dessa forma, você poderá ler recados e escrever mensagens que serão enviadas assim que sua rede for reestabelecida, mas sem que sua presença seja efetivamente registrada.
 
WhatsApp: como evitar que seus contatos saibam que você esteve online 

2) Através do Not Last Seen

Se você não se importar em baixar arquivos de fora da Google Play, a dica é recorrer ao Not Last Seen, que pode ser adquirido “ilegalmente” através deste link. Ele funciona através do mesmo princípio do W-Tools: desliga sua internet quando o WhatsApp é aberto e religa-a quando ele for fechado. A diferença é que este utilitário é muito mais fácil de configurar e não exibe anúncios intrusivos enquanto você o estiver utilizando.
Vale lembrar que é necessário fazer algumas configurações em seu telefone para que o Android aceite instalar apps de fontes externas (fora da Google Play). Para isso, basta acessar a janela de personalização do sistema operacional, entrar no menu “Segurança” e ativar a caixa de seleção “Fontes desconhecidas”.

WhatsApp: como evitar que seus contatos saibam que você esteve online
 (Fonte da imagem: Reprodução/Tecmundo)

3) Manualmente

Mas, se você é um harduser e não deseja ficar dependendo de aplicativos para proteger sua privacidade, o jeito é desativar sua conexão com a internet manualmente sempre que for abrir o WhatsApp, ativando-a assim que acabar de mexer no mensageiro. Obviamente, esse é o método mais demorado e ineficaz (afinal, você pode acabar se esquecendo de desativar sua rede), mas pode ser a última opção para quem não quer ocupar espaço de armazenamento de seu aparelho.
A dica é utilizar os atalhos que o Android disponibiliza no topo da tela de notificações: eles permitem que você ative e reative tanto uma eventual conexão WiFi quanto seu plano de dados. Caso prefira, você também pode trabalhar com o “Modo Avião”, que também bloqueia sua rede com a mesma eficácia.

Por Ramon de Souza em 10 de Setembro de 2013
 

Foto compara a tela do novo PS Vita com o display original



Fonte da imagem: Reprodução/Twitter
 
A nova versão do PS Vita mantém as mesmas 5” de tamanho da tela, mas muda o material da primeira versão, que era OLED, para o LCD, possivelmente para diminuir custos de produção e adicionar uma hora a mais de bateria. Mas será que isso faz alguma diferença no visual?
 
A postagem no Twitter feita por @Hiro_1998 comprova, mesmo que registrando de forma amadora e em uma única imagem, a diferença entre ambas as telas. O PS Vita de cima é o “original”, enquanto o aparelho de baixo é a nova versão do portátil.
 
Aparentemente, qualidade e resolução de imagem parecem muito superiores no aparelho original. Os comentários da postagem são de fãs furiosos, que chamam o novo PS Vita de “barato”. E você, qual das duas prefere?
 
Fonte: Twitter

Confira as melhores opções de TVs e Blu-Rays 3D

Você quer assistir filmes em 3D e com mídias Blu-Ray que funcione em três dimensões, com todos os elementos saltando da tela? O TechTudo fez uma lista de dez aparelhos disponíveis no mercado. Alguns modelos mais tops e outros nem tantos, com preços mais em conta.
Smart TV Samsung Série 7 3D Full HD

Smart TV da Samsung, Serie 7 (Foto: Divulgação/Samsung)
Smart TV da Samsung, Serie 7 (Foto: Divulgação)
 
Televisão de 40 polegadas, a Smart TV da Samsung tem uma base de metal giratória, com três entradas HDMI e três entradas USB. O aparelho obedece comandos de voz tanto para ligar quanto para abrir sua programação multimídia, que inclui integração com rede sociais como o Twitter. A frequência é de 720 Hz.
 
A tela é tipo Slim LED e possui uma resolução de 1920 x 1080 pixels. O televisor tem menos de três centímetros de espessura (mais especificamente 2,97 cm). A TV tem compatibilidade com conexão Wi-Fi e vem equipada com quatro óculos 3D, para que todos possam assistir as programações se ela for ajustada para funcionar em três dimensões.
Os preços das TVs variam, mas ela é uma das topos do mercado. A Samsung Série 7 3D Full HD fica na faixa entre R$ 2.400 a R$ R$ 4.300.

Smart TV LG Cinema 3D Full HD
Smart TV da LG, concorrente da Samsung (Foto: Divulgação/LG)
Smart TV 3D da LG (Foto: Divulgação)
 
Concorrente direto da Samsung, essa smart TV da LG tem uma vantagem logo de cara: sua tela de 47 polegadas, com resolução 1920 x 1080 pixels. O aparelho também tem conexão Wi-Fi, quatro entradas HDMI, USB e aplicativos de redes sociais, Facebook e Twitter. É possível assistir o YouTube nessa telona, com um widget que vem no programa da TV. A frequência do televisor é de 120 Hz.
A média de preço da smart TV fica entre R$ 2.700 a quase R$4.300.

Smart TV Philips Série 4000 Full HD 3
Philips aposta numa TV 3D mais barata (Foto: Divulgação/Philips)
Philips aposta numa TV 3D mais barata (Foto: Divulgação)
 
Se você quer uma televisão 3D mais simples, e mais barata, o modelo da Philips é uma boa escolha. Com 32 polegadas, a Smart TV Philips Série 4000 tem uma tela com resolução de 1920 x 1080 pixels, que é boa para sua capacidade, além da a tecnologia Digital Crystal Clear, que garante maior nitidez. A frequência da televisão é de 120 Hz.
O contra vem na integração com a Internet. O televisor, basicamente, só navega pelo YouTube, sem interatividade com Facebook ou Twitter. O preço da televisão também tem uma variação menor, entre R$ 1.200 e R$ 1.300.
 
Smart TV Sharp Aquos 3D Full HD
Sharp aposta em uma smart TV mais robusta (Foto: Divulgação/Sharp)
Sharp aposta em uma smart TV mais robusta (Foto: Divulgação)
 
A Sharp aposta em uma smart TV mais robusta, com 46 polegadas e resolução de 1920 x 1080 pixels. Além de funcionar em 3D, a Aquos tem opção superwidescreen para que você veja filmes como se estivesse na sala de cinema. A frequência do Aquos é de 120 Hz.
A televisão tem quatro entradas HDMI, mas nenhuma USB, e conexão Wi-Fi. Ela também tem uma entrada Áudio PC e para fones de ouvido. É um bom aparelho para jogar videogame, mas vem com apenas um óculos para aproveitar o 3D.
Os preços do televisor variam pouco. Ela está disponível no mercado por valores entre R$ 2.099 e R$ 2.499 à vista.
 
Internet TV Sony 3D Full HD
Sony aposta em uma smart TV com integração com smartphones (Foto: Divulgação/Sony)
Sony aposta em uma smart TV com integração com smartphones (Foto: Divulgação)
 
Além de investir na criação de uma televisão de 40 polegadas, a Sony embutiu nela uma integração com smartphones e tablets. O recurso Media Remote permite que usuário que tenha um aparelho Android ou iOS possa transformá-lo em um controle remoto da televisão. Com essa ferramenta, ainda é possível compartilhar fotos, filmes e músicas do seu smartphone ou tablet para o televisor. A frequência é do aparelho da série Bravia é de 480 Hz.
A TV inteligente da Sony também vem com o Motion Flow XR 480Hz, que permite reproduzir oito vezes mais quadros por segundo, melhorando as imagens em movimento de qualidade e diminuindo possíveis rastros. A televisão também tem conexão Wi-Fi, quatro entradas HDMI e uma entrada de fone de ouvido.
Uma desvantagem em relação às demais é que ela vem apenas com um óculos 3D. Os preços variam de R$ 2.250 até R$ 2.799.
 
Blu-Ray Player Philips Full HD 3D
Blu-Ray da Philips tem conexão com a internet (Foto: Divulgação/Philips)
Blu-Ray da Philips tem conexão com a internet (Foto: Divulgação)
 
Com uma entrada USB e Wi-Fi integrado, o Blu-Ray Full HD da Philips é uma boa pedida para funcionar em televisões 3D. O aparelho também é bivolt, funcionando com 127V ou 220V, e roda até vídeos MP3 e MP4.
Além de funcionar com a mídia Blu-Ray, o leitor também detecta DVD e CD. Os preços possuem uma variação considerável. O aparelho está na faixa de R$379 mas sobe até R$570.

Blu-Ray Player BDPS590 Sony Full HD 3D
Blu-Ray da Sony tem várias opções online (Foto: Divulgação/Sony)
Blu-Ray da Sony tem várias opções online (Foto: Divulgação)
 
Aparelho da Sony, além do 3D, tem tecnologia DLNA, que garante trocas de arquivos entre dispositivos conectados. Na internet, o Blu-Ray Player acessa o YouTube e até Netmovies.
O Blu-Ray da Sony também pode transformar smartphones e tablets com sistemas iOS (iPhone e iPad) e Android em controles remoto. Além desses recursos, há duas entradas USB.
Os preços do aparelho da Sony apresentam uma variação pequena. O preço do Blu-Ray fica entre R$ 455 e R$ 544.

Blu-Ray Player Full HD 3D BP420 LG
Blu-Ray da LG, apesar de conectar com a web, não tem memória interna (Foto: Divulgação/LG)
Blu-Ray da LG, apesar de conectar com a web, não tem memória interna (Foto: Divulgação)
 
Esse modelo da LG não possui memória interna, apesar de transmitir dados via DLNA. O player funciona com tecnologia 3D e suporte de conexão com a internet.
O aparelho Blu-Ray também tem entrada HDMI e uma porta USB. O aparelho funciona com formatos como WMA, MP3, MPEG-2 e MPEG-4 AVC H.264.
O aparelho da LG pode ser encontrado por valores que vão de R$ 330 a R$ 532.

Blu-Ray Player Full HD 3D BD-E5500 Samsung
Blu-Ray da Samsung acessa informações de celulares (Foto: Divulgação/Samsung)
Blu-Ray da Samsung acessa informações de celulares (Foto: Divulgação)
 
Com uma porta USB e conexão Wi-Fi, esse player da Samsung possui uma função chamada Anynet, que permite concentrar os seus aparelhos compatíveis com a tecnologia HDMI em um controle remoto. O recurso AllShare Play permite acessar também acessar celulares e tablets sem a utilização de um cabo.
 
Além de funcionar com 3D de alta resolução, o aparelho permite navegação na internet através de browser. O único problema é que ele não aceita cartão de memória.
O preço desse aparelho Blu-Ray é alto e varia pouco, numa faixa de R$ 449 até R$ 569.
 

Anúncios do iPhone 5S e do iPhone 5C

Confira tudo o que foi mostrado pela empresa de Cupertino na demonstração dos seus novos smartphones.


No evento do dia 10 de setembro, a Apple apresentou seus novos iPhones e mostrou uma série de novidades bem interessantes para os consumidores e para a imprensa. Mas antes de revelar os aparelhos, Tim Cook aproveitou o espaço para demonstrar alguns números interessantes sobre a empresa. Assim, afirmou que até outubro a Apple já terá distribuído 700 milhões de dispositivos equipados com o iOS. Ainda sobre o sistema operacional, foi revelado que a versão estável do iOS 7 será liberada no dia 18 de setembro.
De volta aos iPhones, desta vez foram mostrados dois modelos para os consumidores. O primeiro é o iPhone 5C, que conta com corpo de policarbonato e promete colocar a Apple no mercado de smartphones um pouco mais baratos. Isso mesmo, a empresa comandada por Tim Cook quer competir também no mercado dos aparelhos mid-end.

iPhone 5C: o smartphone colorido da Apple

O iPhone 5C chegará às lojas por preços a partir de 99 dólares nos Estados Unidos — lembrando que esse valor é referente a aparelhos com planos de dois anos. Em versões desbloqueadas, o iPhone 5C não será encontrado por menos de 549 dólares.
Resumão: anúncios do iPhone 5S e do iPhone 5C [vídeo]                                       
                                   (Fonte da imagem: Divulgação/Apple)

Além do preço mais baixo, o smartphone também conta com cinco cores diferentes: branco, rosa, amarelo, azul e verde. Em relação ao hardware, ele surge com recursos similares aos do iPhone 5 lançado em 2012. Isso inclui o chip Apple A6 com suporte para redes móveis LTE de alto desempenho.
Preocupado com a qualidade de imagens mostradas por ele? Não há motivos, pois ele conta com uma tela Retina de 4 polegadas que oferece as mesmas resoluções que os consumidores já estão acostumados a ver. A câmera digital integrada é de 8 megapixels e promete ótimos resultados para todos os consumidores.

iPhone 5S: o novo top de linha

Depois de mostrar o aparelho com custos mais baixos, a Apple revelou a nova versão de seu principal smartphone: o iPhone 5S. Com ele, a empresa trouxe algumas novidades nas cores oferecidas para os consumidores, que agora podem optar por versões prateadas, douradas ou em “cinza espacial”.
Nos componentes de hardware, o iPhone 5S traz o chip A7, que oferece o dobro da potência oferecida pelo A6 da versão anterior. É a primeira vez que um smartphone surge no mercado com chip que conta com arquitetura de 64 bits.

Resumão: anúncios do iPhone 5S e do iPhone 5C [vídeo] 
                                             (Fonte da imagem: Divulgação/Apple)

A Apple afirma que isso faz com que a potência de processamento do iPhone 5S seja equiparada à presente em computadores e video games. Tudo isso foi mostrado com a execução em tempo real do novo Infinity Blade III. No evento, ainda foi revelado que o iPhone 5S possui 40 vezes o poder de processamento central e 56 vezes o poder de processamento gráfico que era oferecido pela primeira versão do aparelho.
A câmera do smartphone também foi melhorada e agora traz uma grande quantidade de recursos de software. Isso inclui a captura de imagens em fotografias contínuas, a utilização de dois flashes simultaneamente para melhor balanço de luz, estabilização automática, gravação de vídeos em câmera lenta e aplicação de filtros em fotos.

Touch ID: o sensor biométrico

Outra novidade bem interessante é o Touch ID. Trata-se de um sistema de reconhecimento biométrico, que funcionará para aplicar mais segurança aos aparelhos. Podendo armazenar várias impressões digitais, o recurso permite que os consumidores desbloqueiem os iPhones apenas com o toque no botão Home.
 
Resumão: anúncios do iPhone 5S e do iPhone 5C [vídeo] 
                                                   (Fonte da imagem: Divulgação/Apple)

Ele ainda funciona com angulação de 360 graus para poder ser usado com os aparelhos tanto no modo retrato quanto paisagem. O iPhone 5S poderá ser comprado por preços a partir de 199 dólares para contratos bienais. Versões desbloqueadas não serão encontradas por menos de 649 dólares.
.....
Para o mercado norte-americano, os dois novos modelos de iPhone terão as pré-vendas iniciadas já no dia 13 deste mês. A entrega das primeiras unidades está prevista para o dia 20, apenas uma semana depois. Ainda não há previsão para a chegada dos aparelhos ao Brasil, mas estima-se que isso ocorra ainda antes do Natal.

 

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Como funciona a TV a cabo

O primeiro objetivo da TV a cabo era o de difundir a televisão para distâncias mais remotas, mas a ideia se expandiu. A TV por assinatura passou a ser um investimento importante para aumentar a diversidade de canais disponíveis para o telespectador. Mas como o sistema de funciona no Brasil? Conheça mais detalhes da TV a cabo neste artigo do TechTudo.

Serviço de TV a cabo representa grande fatia da população que possui televisão por assinatura em casa (Foto: Reprodução)
Serviço de TV a cabo representa grande fatia da população que possui televisão por assinatura em casa (Foto: Reprodução)
No Brasil, já existem mais de cem empresas para prestar o serviço. De acordo com dados da Anatel, a TV a cabo já chegou a mais de 5,5 milhões de domicílios. Ao todo, são mais de seis milhões de assinantes que contam com o acesso à programação televisiva diferenciada.
A TV a cabo teve origem nos Estados Unidos, quando moradores da Pensilvânia possuíam dificuldades de receber o sinal de televisão e instalaram antenas no alto dos vales e estenderam cabos até suas casas. A solução foi o início de um sistema que seria utilizado, a princípio, para abastecer os moradores de regiões afastadas dos sinais de emissoras abertas, mas que com o tempo começou a ser utilizado para incluir programação extra aos assinantes que desejassem obter o serviço.
No Brasil, o caso foi o mesmo. Os sinais transmitidos das capitais não conseguiam ir muito longe, nem às cidades que se encontravam no meio das serras. O sistema progrediu tanto que, atualmente, não só é usado para transmitir programação de emissoras fechadas como estimulou a criação de TVs locais e comunitárias, já que a infraestrutura necessária para a montagem é bem menor.
Moradores distantes da torre de transmissão instalaram antenas no alto dos morros para trazer em casa o sinal através do cabo. (Foto: Reprodução/Osmar Castro)
Moradores distantes da torre de transmissão instalaram antenas no alto dos morros para trazer em casa o sinal através do cabo. (Foto: Reprodução/Osmar Castro)
Para captar e retransmitir o sinal por cabo, uma central técnica equipada com antenas via satélite e outras para receber as ondas terrestres reúne os canais e distribui através da rede de cabos aos domicílios. No início, os cabos usados eram os chamados “coaxiais” e conforme a distância que precisassem ir deixariam perder gradualmente o sinal que carregavam. Para solucionar o problema, os engenheiros responsáveis tinham que colocar incontáveis amplificadores pelo caminho e manter a qualidade de som e imagem que distribuíam.
Com o surgimento da fibra óptica, as empresas de TV a cabo puderam reduzir bastante o número de amplificadores, melhorar ainda mais a estabilidade do serviço, aumentar a oferta de canais, e ainda agregar outras funcionalidades aos assinantes como o pay-per-view e o acesso à Internet.
Além disso, hoje estamos vivendo uma fase de migração para o sistema de televisão digital. A novidade vem sendo implantada pelas operadoras de TV por assinatura e foi capaz não só de melhorar ainda mais a qualidade do sinal, como também de ampliar vertiginosamente a capacidade de suportar mais canais na mesma faixa de frequência. A tecnologia da compressão de áudio e vídeo multiplicou as opções de transmissão pelas programadoras e pelas emissoras.
A TV digital também serviu para aprimorar a segurança do sistema. Surgiram os canais codificados, guardados dos espectadores por exibirem conteúdo impróprio ou simplesmente como medida antipirataria, só sendo liberado com um código correto.
A TV digital vem crescendo no país e é realidade faz tempo nas operadoras de TV por assinatura (Foto: Reprodução/Rede Globo)
A TV digital vem crescendo no país e é realidade faz tempo nas operadoras de TV por assinatura (Foto: Reprodução/Rede Globo)
Na contramão do avanço da televisão digital, o sistema MMDS, semelhante ao usado pela TV aberta convencional, vem sofrendo a extinção na maior parte das cidades que usam sua cobertura. O MMDS é um sistema utilizado por operadoras de TV por assinatura que emite micro-ondas para levar o conteúdo analógico ou digital às casas dos espectadores. O retrocesso do sistema acontece por conta de um impasse: a mesma faixa de frequência que o MMDS ocupa é a destinada ao uso da tecnologia 4G no Brasil.

Entenda a diferença entre Smart TV e TV digital

Os diferentes tipos de TVs disponibilizam inúmeras funções, o que pode deixar dúvidas para o consumidor na hora de adquirir um novo aparelho. Entre os modelos mais modernos, estão as Smart TVs e as TVs digitais, que também apresentam diferenças.

A TV Digital possui esse nome porque recebe o seu sinal digitalmente, através de código binário, possibilitando melhoria na qualidade dos sinais e o oferece serviços interativos. Sua qualidade é comparada a de um DVD, sem chuvisco e interferência. É comumente chamada também de TV de alta definição ou HDTV.
Implatanção final da TV Digital foi adiada e 4G também (Foto: Divulgação) (Foto: Implatanção final da TV Digital foi adiada e 4G também (Foto: Divulgação))
TV Digital: qualidade de sinal e serviços interativos (Foto: Divulgação)
Com relação à resolução (nitidez e precisão de cores de uma imagem), a TV Digital pode chegar até 1920×1080 pixels. A TV analógica, o modelo mais antigo, possui resolução de cerca de 704×480 pixels. O padrão de imagem da TV Digital é de 16:9, comumente chamada de widescreen, possibilitando maior abrangência do que está sendo visto.
 
O som é bem semelhante ao sistema Home Theater de 5.1 canais, diferente da TV analógica que tinha apenas dois canais. Com boas caixas de som é possível simular até um ambiente de cinema.
Com a transmissão por via digital, é possível que os telespectadores interajam com o programa que estão assistindo através de votos em esquetes, ou compras com apenas um botão do controle remoto.
Além disso, disponibilizam o acesso ao guia eletrônico de programação, com informações extras sobre os programas em formato de texto, informações sobre o trânsito, cotações econômicas, previsão do tempo e muito mais.
Já a Smart TV possui a qualidade da TV Digital, mas se destaca por conta da conexão com a Internet. Compreende um grupo de televisões que, através da conexão Wi-Fi ou via cabo, une a função básica dos aparelhos com o acesso à web, acesso a conteúdo pessoal, instalação de aplicativos e diversos outros itens que melhoram a experiência de uso.
Smart TVs no disponíveis no mercado brasileiro  (Foto: Reprodução)
A Smart TV une funções da TV Digital às redes sociais (Foto: Reprodução/Daily Motion)
Essa conexão permite que os telespectadores vejam seus programas preferidos ao mesmo tempo em que interagem nas redes sociais, como Twitter e Facebook, tudo pela própria televisão com o auxílio do controle remoto para postar qualquer opinião sua.
Assim como ocorre nos Smartphones, os aplicativos se dividem em várias categorias de uso, como jogos, informativos, programas educativos, redes sociais, vídeos, e muito mais. Os novos modelos das linhas mais famosas, como a Samsung Smart TV, permitem também comandos de voz e reconhecimento de gestos.

Como melhorar o sinal da TV digital

Comprou uma TV com Receptor Digital, mas não consegue um bom nível de sinal? O TechTudo preparou uma matéria especial com algumas dicas para que você saiba como melhorar o nível do seu sinal digital. Confira.

Sinal digital pode sofrer interferências de acordo com localização da TV (Foto: Reprodução/Leonardo Rodrigues)
Sinal digital pode sofrer interferências de acordo com localização da TV (Foto: Reprodução/Leonardo Rodrigues)
Antes de comprar qualquer produto relacionado ao conteúdo do sinal digital, seja uma TV ou equipamentos para recepção, é importante que o consumidor confira se a embalagem do produto contém o selo DTV (mesmo da imagem da matéria).
Este selo garante que o produto está de acordo com as normas estabelecidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Assim, a recepção do sinal deve manter o desempenho esperado após a instalação. Dentre os fabricantes que utilizam o selo, pode-se citar: Antenas Castelo, AOC, Century, Elsys, H-Buster, LG, Panasonic, Philips, Samsung, Semp Toshiba, Sony, Tec Toy, Tele System e Visiontec - de acordo com o site oficial da TV Digital. Além do selo, é importante também se existe algum ponto de interferência ao redor de sua casa que atrapalhe a passagem de sinal, algo como um prédio ou morro. Dessa forma, talvez seja necessário instalar uma antena externa em sua residência para melhorar nível de recepção do sinal digital.
 
Antena externa
Dependendo da cidade onde você mora, distância da torre de transmissão, características locais e redondezas, uma antena externa pode ser necessária para melhorar o sinal recebido pela TV.
É importante estudar as características da região, saber a direção das torres de transmissão e localizar possíveis pontos de bloqueio do sinal para escolher uma antena adequada. Em geral, uma antena UHF com pelo menos 10 elementos e banda plena deve resultar em uma boa recepção do sinal digital. Além disso, é importante instalar a antena em um ponto alto no telhado da residência (ou topo de um prédio), apontando-a na direção das torres de transmissão.
Cabos
Entre a antena externa e o aparelho de TV deve ser utilizado um cabo de boa qualidade. Técnicos, normalmente, optam por cabos coaxiais para UHF com pelo menos 70% de malha. Um cabo coaxial é formado por um fio central envolvido por um material isolante e uma malha trançada, que serve para bloquear interferências externas.
Os modelos de cabos coaxiais mais utilizados em instalações são o RGC-59 e o RG-6. Estes modelos são encontrados em lojas especializadas e, em geral, garantem boa qualidade para recepção do sinal digital.
Ao visitar uma loja especializada em antenas, não esqueça de adquirir todo o material necessário para a sua instalação, como mastros, estais, suporte e fixadores para telhado. Caso tenha dúvidas, recomenda-se ainda procurar um antenista para analisar os requisitos de sua instalação.